I don’t really know if this dialog is true, even so, I’ll share it because the message is wonderful.
Professor : You are a Christian, aren’t you, son ?
Student : Yes, sir.
Professor: So, you believe in GOD ?
Student : Absolutely, sir.
Professor : Is GOD good ?
Student : Sure.
Professor: Is GOD all powerful ?
Student : Yes.
Professor: My brother died of cancer even though he prayed to GOD to heal him. Most of us would attempt to help others who are ill. But GOD didn’t. How is this GOD good then? Hmm?
(Student was silent.)
Professor: You can’t answer, can you ? Let’s start again, young fella. Is GOD good?
Student : Yes.
Professor: Is satan good ?
Student : No.
Professor: Where does satan come from ?
Student : From … GOD …
Professor: That’s right. Tell me son, is there evil in this world?
Student : Yes.
Professor: Evil is everywhere, isn’t it ? And GOD did make everything. Correct?
Student : Yes.
Professor: So who created evil ?
(Student did not answer.)
Professor: Is there sickness? Immorality? Hatred? Ugliness? All these terrible things exist in the world, don’t they?
Student : Yes, sir.
Misery loves company… — Gossip Girl
História dos Sentimentos
Os sentimentos humanos certo dia se reuniram para brincar. Depois que o TEDIO bocejou três vezes porque a INDECISÃO não chegava a conclusão nenhuma e a DESCONFIANÇA estava tomando conta, a LOUCURA propôs que brincassem de esconde-esconde. A CURIOSIDADE quis saber todos os detalhes do jogo, e a INTRIGA começou a cochicar com os outros que certamente alguém ali iria trapacear.
O ENTUSIASMO saltou de contentamento e convenceu a DÚVIDA e a APATIA, ainda sentadas num canto, a entrarem no jogo. A VERDADE achou que isso de esconder não estava com nada, a ARROGÂNCIA fez cara de desdém pois a idéia não tinha sido dela, e o MEDO preferiu não se arriscar:”Ah, gente, vamos deixar tudo como está”, e como sempre perdeu a oportunidade de ser feliz.
A primeira a se esconder foi a PREGUIÇA, deixando-se cair no chão atrás de uma pedra, ali mesmo onde estava. O OTIMISMO escondeu-se no arco-íris, e a INVEJA se ocultou junto a HIPOCRISIA, que sorrindo fingidamente atrás de uma árvore estava odiando tudo aquilo.
A GENEROSIDADE quase não conseguia se esconder porque era grande e ainda queria abrigar meio mundo, a CULPA ficou paralisada pois já estava mais do que escondida em si mesma, a SENSUALIDADE se estendeu ao sol num lugar bonito e secreto para saborear o que a vida lhe oferecia, porque não era nem boba nem fingida; o EGOÍSMO achou um lugar perfeito onde não cabia ninguem mais.
A MENTIRA disse para a INOCÊNCIA que ia se esconder no fundo do oceano, onde a inocente acabou afogada, a PAIXÃO meteu-se na cratera de um vulcão ativo, e o ESQUECIMENTO já nem sabia o que estavam fazendo ali.
Depois de contar até 99 a LOUCURA começou a procurar. Achou um, achou outro, mas ao remexer num arbusto espesso ouviu um gemido: era o AMOR, com os olhos furados pelos espinhos.
A LOUCURA o tomou pelo braço e seguiu com ele, espalhando beleza pelo mundo. Desde então o AMOR é cego e a LOUCURA o acompanha.
Juntos fazem a vida valer a pena - mas isso não é coisa para os medrosos nem para os apáticos, que perdem a felicidade no matagal dos preconceitos, onde rosnam os deuses melancólicos da acomodação.
When you follow your heart with bravery, boldness and for what’s right, never doubt, you’re blessed! Which time you think your’re going backwards, you’re just aligning with your heart. Which time your’re about to loose hope, some light will take you from the dark. Which time you’re overwhelm, the weigh will fall and it will be just another step on your stairway toward heaven. I never doubt that heaven could actually be a place on earth, and what about that, it is…
Happiness is a moment, but a moment that push you forward, branding you to the rest of your life… Never let those moments get behind, they are your life’s steam…
I’m sorry
I don’t know what to say
I don’t know what to do
I don’t know how it ends…
But…
In time of grieve
In times of unfairness
In times of defeat
I love you more
In times of fight
In times of tears
In times of weakness
I believe you more
When you cry
My heart jumps to you
When you take your arms down
My go up
When can we rest?
When we get home?
When?
Where’s this taken us?
I don’t care, as long I’m with you…
Because together we can change anything
Because when you go down I go up
Because when you fall, you fall on my shoulder
Because when I fall, I fall into your arms…
Don’t be scare…
I’m here till the end
Bear with me
Hold on to me…
A humildade não é algo que nasça connosco, é um processo de auto-conhecimento; como se nos colocássemos do avesso e nos sacudissem de toda a obsequente e mórbida altivez exortada pelo nosso competitivo instinto animal. Talvez seja mesmo um dos processos mais dolorosos pelo qual um ser humano passa.
Quebram-se dogmas, acumulam-se desilusões e, pior, percebemos quão insignificante é a nossa carne! Contudo, percebemos que do pensamento nasce uma ideia, de uma ideia brotam correntes e das correntes incorre a diferença, aquela diferença que ansiamos fazer. Umas vezes na vida de pessoas que amamos, outras na vida de alguns e para alguns na vida de todos. É aqui que a nossa carne toma significado.
É da humildade que se extrai a simplicidade e o significado da vida. Então, porque é que custa tanto obtê-la?
Primeiro post: Ensaio sobre a humildade - Em fuga
Dry my eyes
borrow me your shoulder
embrace me
push me forward
Times get harder
I don’t know why
each step forward
the past hits me back
and don’t let me go
Let’s live our freedom
let the world be our shelter
let’s follow through our glory
no one is able to destroy our castle
You know I’m yours
you know how to carry me along
you know you mean the world to me
let me go with you
wherever you go, I’ll go too
I know you’re with me
I know we are strong
I know we’ll make it through
I know…
All I ask tonight
dry my eyes
borrow me you shoulder
embrace me
make tomorrow come
Pela vida tentam-se evitar chuvas, aguaceiros, temporais e, mais que tudo, dilúvios.
Parece que uma savana árida é mais aprazível do que uma verdejante floresta tropical. Trocam-se leopardos por escorpiões, primatas por dromedários e tucanos por abutres. Todavia, nunca escaparemos às cobras. Elas existem até nos locais mais inóspitos, sempre camufladas à espera do momento certo para soltarem o seu veneno em nós ou para nos esmagarem. Se nada fizermos somos engolidos vivos e acabaremos em seus sucos gástricos…
Ainda assim, alguns preferem ter um amplo horizonte, onde assumem que conseguem ver os perigos, a direcção para onde caminham e poucas e curtas tempestades. Outros não têm possibilidade de escolha, vão para onde a vida os levar, enquanto poucos não trocam a floresta por nada. Prefiro um local abastado de alimentos, cheio de animais exóticos coloridos, onde cada batalha é um passo em frente e onde chove com abundância… A floresta é linda e perigosa!
As tempestades são mais que necessárias. O vento leva os nossos mui belos ornamentos, enquanto a chuva extingue o volume do cabelo, cola as roupas ao corpo e lava-nos da cosmética com a qual nos cobrimos. A cada tempestade descobrimos um pouco mais de quem nós somos, um pouco mais de quem vai a nosso lado e os locais nos quais podemos confiar.
As tempestades ensinam-nos a sobreviver, a ser mais e melhor, enquanto a chuva… a chuva acompanha-nos… Porque chorar à chuva é não chorar sozinho, o mundo chora connosco…
Esta gente
Esta gente cujo rosto
Às vezes luminoso
E outras vezes tosco
Ora me lembra escravos
Ora me lembra reis
Faz renascer meu gosto
De luta e de combate
Contra o abutre e a cobra
O porco e o milhafre
Pois a gente que tem
O rosto desenhado
Por paciência e fome
É a gente em quem
Um país ocupado
Escreve o seu nome
E em frente desta gente
Ignorada e pisada
Como a pedra do chão
E mais do que a pedra
Humilhada e calcada
Meu canto se renova
E recomeço a busca
De um país liberto
De uma vida limpa
E de um tempo justo
Dão-nos alma e atiram-nos de gaiatos para uma embarcação náutica com a esperança que passemos mais tempo atracados ao porto do que em mar alto. Nada pode ser mais absurdo e paralelamente tão mágico, é uma esperança parda.
Quando recebemos a notícia que vamos ser pais, o coração acelera vertiginosamente, quebrando o septo que o divide em busca da divina harmonização entre o sangue venoso e o arterial. Um coração unido mas que nos inquina a razão. É dele que nasce a obsessão totalitarista que autoritariamente nos passa a dominar por completo. Possuídos pelo “é tudo tão bom e maravilhoso” e do necessário para que tudo ocorra de acordo, abstraímo-nos de todas as variáveis que nunca iremos controlar. Sejamos realistas, tem tudo para dar errado e não existe qualquer possibilidade de dar certo! Porque dar certo no coração de um pai é o nosso filho nunca sofrer, vivendo em absoluta felicidade e realização.