You Only Live Once - Strokes

Just love it :)))

Tags: music música

O luto

Estou para escrever este texto há um tempo considerável. Digo este, porque já escrevi vários, mas eram de tal forma violentos e pesados que decidi apaga-los, como gostaria de um dia apagar da minha memória o que é o luto… Aquele luto que não passa nem com o nojo nem com indulgência. Escrevo-vos sobre do luto por aqueles que deixaram esta vida sem nunca chegarem a vivê-la. 

Friamente dizemos “para morrer só é preciso estar vivo”. Verdade insofismável e empírica. Faz parte da condição humana, é o mais eficaz mecanismo de renovação e até mesmo de inovação. Mas isto diz pouco a quem fica sem alguém. É-nos ceifada a possibilidade de viver esse alguém! Não importa se é alguém com quem partilhamos a nossa vida ou é um bebé que nunca chegou a nascer! Era um nosso alguém. Uma das nossas pessoas. 

É triste, é mesmo muito triste. Haverá pior sentimento que um pai possa sentir? Morrer depois do seu filho? Nunca um pai deveria morrer depois do seu filho. Bate-nos uma tristeza profunda que se enraíza na alma conspurcando mente de raiva, injustiça, impotência, repulsa e auto-comiseração. É a revolta contra o anti-natura! É a mágoa de não conseguirmos proteger aqueles que dependem de nós, só de nós. É um amor que nasce com uma boa-nova e que abruptamente se transforma… em luto…

Trespassam-nos vilmente pelas costas, sem hesitação, em direcção ao miocárdio. Esvaíra-se o sangue que há em nós. Ficamos secos, embalsamados… O mundo tal como o conhecemos muda, eclipsa-se, perde a cor o brilho e até mesmo o sentido. Este mundo fica irascível. É assolado pelas mais violentas tempestades e erupções sentimentais que transformam o seu fenótipo, conseguindo paulatinamente adulterar o seu genótipo. Este mundo somos nós, assim que a morte nos bate à porta, é para ele que invertemos. Daí em diante, não mais saímos verdadeiramente dele. A morte de um filho dá-nos esta condição…

Drogam-nos com medicamentos! Drogam-nos com racionalidade. Mas não conseguem arrancar a dor que nos devora por dentro. Não conseguem extinguir a raiva e a mágoa. Não conseguem, porque simplesmente não é justo, não é natural, não é aceitável, não é passível de ser compreendido… Há sempre “alguém” a culpar e a odiar. Seja Deus… Porque quando é alguém que não está na esfera da metafísica o sentimento toma proporções animalescas.

Somos possuídos pelo mais abominável demónio… Demónio este que não mais nos deixará em paz. Não adianta que seja feita “justiça”. Essa justiça de pouco vale pois pouco conforto nos trás, mas quando não existe enaltece os piores sentimentos que um ser humano pode levar consigo. Este demónio é impiedoso com o objecto de nossa raiva mas também connosco pois ele vive nas nossas memórias.

Esquecer, como? Já não somos quem éramos. Endurecemos! Ficamos mais amargos! Racionais! Em perpétuo litígio com a vida… Não há volta atrás, só é possível seguir em frente e rogar à Vida que justiça seja feita em todas as suas dimensões mas que não sejamos mais atormentados com situação semelhante. 

Só conheço um amor incondicional, o amor de pai. Garanto-vos que este amor nem a morte consegue levar. Fica… Fica dentro de nós para sempre, à espera que a morte um dia nos leve com ele.  

Os sentimentos até podem mudar, mas as memórias não…

Música composta por Joaquín Rodrigo, Concierto de Aranjuez, em resposta ao aborto espontâneo do seu primeiro filho…

Tags: ACTA SOPA PIPA

Resposta aos comunicados da SPA #pl118

Em primeiro lugar quero expressar publicamente que não pertenço a nenhum grupo organizado contra a Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), contra os autores Portugueses ou até mesmo contra o Projecto de Lei 118/XII (PL118). Insurjo-me contra o PL118 como cidadão Português, singular e com total independência intelectual, pois sou um dos que eventualmente pagará a taxa que o PL118 impõem.

Estou contra o PL118 em primeira instância pelo principio que advoga. Todos somos prevaricadores de Direitos de Autor, ou seja, os repositórios digitais servem sempre para guardar conteúdos protegidos por o Direito de Autor e como tal pagaremos uma taxa. Pois que não me revejo nesta realidade. A utilização de repositórios digitais serve para armazenar inúmeros arquivos não protegidos pelo Direito de Autor. Sobre o direito de um autor sob a sua obra, considero mais que justo.  

Contudo, ao ler os comunicados a SPA e sendo um dos indivíduos que activamente e publicamente se tem demonstrado contra o PL118 não posso deixar de me sentir, ligeiramente visado pelos comunicados da SPA. 

Vamos então por partes:

O debate em curso na Internet tem-se traduzido, em geral, num ataque sistemático, grosseiro e cheio de inverdades à SPA e ao que ela representa, como se fosse a nossa cooperativa a única entidade envolvida neste processo e estivesse a manipular os parlamentares portugueses no sentido de aprovarem um diploma inadequado e injusto. Nada mais errado e falso. 

fonte:  http://www.spautores.pt/comunicacao/noticias/comunicado-aos-cooperadores-sobre-a-lei-da-copia-privada

Quanto à manipulação que a SPA alega, cada qual fará o seu juízo de valor. No entanto, a sustentação que faz ao PL118 é desmentida pela AGEFE (http://app.parlamento.pt/webutils/docs/doc.pdf?path=6148523063446f764c324679626d56304c334e706447567a4c31684a5355786c5a793944543030764f454e4651304d7652315253536b4e514c305276593356745a57353062334e4259335270646d6c6b5957526c5132397461584e7a595738764e7a6b354f574e684f5455744e4451334f4330305a6a52694c546b774e3249744d546c694d444930595751354e4445324c6e426b5a673d3d&fich=7999ca95-4478-4f4b-907b-19b024ad9416.pdf&Inline=true). 

A campanha em curso contra a SPA nada tem de acidental ou inocente. É orquestrada e dirigida por quem, a diversos níveis, representa interesses que nada têm a ver com os autores, que instrumentaliza a ingenuidade e a falta de informação de um significativo número de consumidores e que visa enfraquecer a capacidade negocial e a legitimidade da estrutura que, há quase 87 anos, representa os autores portugueses.

fonte:  http://www.spautores.pt/comunicacao/noticias/comunicado-aos-cooperadores-sobre-a-lei-da-copia-privada

Que eu tenha lido, a campanha não é de todo contra a SPA, mas sim contra o PL118. Se é que se pode qualificar de campanha. Tanto quanto me é possível saber, são cidadãos que expressão a sua posição contra o PL118. Naturalmente, existem sempre excessos, tais como os da SPA ao apresentar publicamente um abaixo assinado com autores que não o assinaram (http://www.spautores.pt/comunicacao/noticias/mais-de-uma-centena-de-autores-e-artistas-exigem-nova-lei-da-copia-privada). Só dois exemplos:

e

Apagar inúmeros comentários da página da SPA no Facebook também é algo que a SPA tem andado ocupada a fazer. Mas ainda neste paragrafo, a SPA indica que pessoas como eu “representam interesses”, na minha perspectiva pouco dignos. Em supra, podem atestar os interesses que represento.

A SPA tem razão, a “campanha em curso contra a SPA nada tem de acidental ou inocente”. De facto, o objecto que a SPA classifica de campanha contra a SPA não é contra a SPA mas sim contra o PL118. Alguns cidadãos não se revêem no PL118 e como tal não é nem acidental nem inocente pois tem um objectivo de lutar pelo que acreditamos. Lamento que a SPA não perceba a diferença…

protegendo-os dos danos causados pela demagogia que suporta o conceito de gratuitidade e que tanto prejudica a cultura e os seus agentes.

fonte:  http://www.spautores.pt/comunicacao/noticias/comunicado-aos-cooperadores-sobre-a-lei-da-copia-privada

Não expressei qualquer opinião no sentido de um autor não receber os direitos que lhe são devidos por lei em prol do “conceito demagógico de gratuitidade”. 

A SPA foi ainda mais longe e retirou um dos seus comunicados da sua página Web oficial, deixando este de estar disponível. Felizmente não se perdeu:

CARO COOPERADOR,

A SPA difundiu um abaixo-assinado, ainda em aberto, para a recolha de assinaturas de autores e artistas que apoiam a proposta de Lei da Cópia Privada, actualmente em debate na Assembleia da República.
Trata-se de um assunto de indiscutível actualidade e relevância que diz respeito à SPA, mas também à GDA (direitos dos artistas) e a outras instituições que integram a Associação para a Gestão da Cópia Privada (AGECOP). Ao longo das últimas semanas, tem sido a SPA o alvo principal e sistemático de ataques vindos do espaço digital, alguns deles de inusitada virulência e grosseria verbal, que dizem muito acerca de quem os emite. A SPA interroga-se sobre quem está verdadeiramente por trás desta campanha violenta, sobre os interesses que os intervenientes mais activos nessa campanha representam e sobre o modo como eles entendem o fenómeno da pirataria na Internet, de que alguns são manifestamente adeptos e instigadores. Essa é um questão central em todo este processo, e o tempo se encarregará de a clarificar.
Não se deixa a SPA intimidar por esta nem por outras campanhas, ciente da razão que lhe assiste e a que não renunciará em circunstância alguma.
O abaixo-assinado em aberto foi iniciado ainda por Pedro Osório e entretanto reforçado com dezenas de assinaturas de outros autores e artistas de inquestionável representatividade nacional, ao contrário daqueles que, no espaço digital, atacam a Lei da Cópia Privada e os agentes políticos que a estão a analisar e a debater e que esta campanha pretende condicionar e intimidar.
A SPA recorda aos cooperadores a importância do seu apoio a esta iniciativa cívica, que assenta na liberdade de expressão pública de um propósito que serve os interesses dos criadores e dos artistas e não o dos grandes operadores que, na sombra, acicatam ânimos pouco dados à serenidade e à razão.
O que se defende nesta matéria é justo, correcto e absolutamente inadiável. O assunto está em sede parlamentar e só nessa sede terá a expressão final que possa servir os autores e os artistas. A SPA não faz leis e é uma cooperativa.
Solicitamos a todos os cooperadores que concordam com o texto deste abaixo-assinado que o subscrevam com brevidade, para que fique bem claro o apoio dos autores a um diploma fundamental para a vida e para o futuro dos agentes culturais.
Este não é tempo para tibiezas nem hesitações, sobretudo quando lidamos com uma campanha bem orquestrada e com contornos de fanatismo que, em nome dos interesses dos consumidores, visa prejudicar os autores e os artistas e mesmo comprometer o seu futuro.
Entretanto, a SPA anuncia o seu firme propósito de, sem alimentar vãs polémicas estéreis, recorrer a todos os meios que a lei coloca à sua disposição para impor as regras e princípios que devem sustentar a vida em democracia, com a subsequente penalização de quem não as respeita no que têm de essencial e irrenunciável.

Lisboa, 27 de Janeiro de 2012

Assim, começo a responder:

 A SPA interroga-se sobre quem está verdadeiramente por trás desta campanha violenta, sobre os interesses que os intervenientes mais activos nessa campanha representam e sobre o modo como eles entendem o fenómeno da pirataria na Internet, de que alguns são manifestamente adeptos e instigadores.

  1. O que é que a pirataria na Internet tem haver com o PL118? 
  2. Eu sou dos que me insurjo contra o PL118, sou adepto e instigador da pirataria na Internet?
  3. Será que a SPA pode dar nomes?

O abaixo-assinado em aberto foi iniciado ainda por Pedro Osório e entretanto reforçado com dezenas de assinaturas de outros autores e artistas de inquestionável representatividade nacional, ao contrário daqueles que, no espaço digital, atacam a Lei da Cópia Privada e os agentes políticos que a estão a analisar e a debater e que esta campanha pretende condicionar e intimidar.

  1. A SPA tem razão ao indicar que são autores e artistas de inquestionável representatividade nacional. Pena é que de 25000 autores, apenas cerca de 200 subscrevam o abaixo assinado e alguns dos autores mencionados não o terem assinado!
  2. Afinal o ataque não era contra a SPA? Uma campanha violenta e grosseira? 
  3. A SPA entende que “condicionar e intimidar” é o que se está a passar. Eu, pelo menos, exijo que os nossos agentes políticos estejam conscientes do impacto do PL118, que por exemplo a AGEFE e a DECO sejam ouvidas (felizmente já estão, devido ao buzz na Web) e ainda que exista discussão pública a fim dos Portugueses sejam convenientemente informados, inclusive pela SPA.

A SPA recorda aos cooperadores a importância do seu apoio a esta iniciativa cívica, que assenta na liberdade de expressão pública de um propósito que serve os interesses dos criadores e dos artistas e não o dos grandes operadores que, na sombra, acicatam ânimos pouco dados à serenidade e à razão.

Quem são estes “grandes operadores”?

O assunto está em sede parlamentar e só nessa sede terá a expressão final que possa servir os autores e os artistas.

Correcção, os agentes políticos servem para defender os Portugueses e o Estado social, democrático e de direito, não os autores e artistas em particular. 

Este não é tempo para tibiezas nem hesitações, sobretudo quando lidamos com uma campanha bem orquestrada e com contornos de fanatismo que, em nome dos interesses dos consumidores, visa prejudicar os autores e os artistas e mesmo comprometer o seu futuro.

  • Mais uma vez, “ataque” ou “campanha”? À SPA ou aos autores ou ao PL118? A SPA tem que se definir! 
  • “Campanha bem orquestrada”, por quem? Que interesses é que representam?
  •  Então  afinal, o interesse é prejudicar o futuro dos autores e artistas? 

Entretanto, a SPA anuncia o seu firme propósito de, sem alimentar vãs polémicas estéreis, recorrer a todos os meios que a lei coloca à sua disposição para impor as regras e princípios que devem sustentar a vida em democracia, com a subsequente penalização de quem não as respeita no que têm de essencial e irrenunciável.

Concordo em absoluto! Os autores que não assinaram o abaixo assinado da SPA deveriam processar a SPA tal como esta advoga!

Neste momento, já somos duas centenas a subscrever um documento que contrasta com a agressividade e o insulto daqueles que, representando interesses nebulosos e a própria pirataria no espaço digital, decidiram fazer da SPA o seu inimigo principal e o alvo de todos os ataques e provocações. Apoiada na razão que lhe assiste, a SPA não recuará e muito menos desistirá.

fonte: http://www.spautores.pt/comunicacao/noticias/aumentam-as-adesoes-de-autores-ao-abaixo-assinado-da-copia-privada

  • Mais uma vez, que “interesses nebulosos”? 
  • Mais uma vez, o que é que a pirataria tem haver com o PL118?

Aproveitamos para recordar que a campanha em curso contra a revisão da Lei da Cópia Privada e contra a SPA visa condicionar os deputados que em sede parlamentar irão votar na especialidade o novo diploma legal. A SPA, como já abundantemente declarámos, não tem competência para fazer leis e para as impor. Limita-se a apresentar as suas legítimas razões e a argumentar em defesa dos milhares de criadores que representa.

fonte: http://www.spautores.pt/comunicacao/noticias/aumentam-as-adesoes-de-autores-ao-abaixo-assinado-da-copia-privada

  • Não há qualquer campanha contra a revisão da Lei da Cópia Privada, apenas contra o PL118. A lei pode ser revista, só não concordo com esta revisão.
  • Da mesma forma que a SPA não tem competência para fazer leis e para as impor eu também não. Limito-me a apresentar a minhas legitimas razões e a argumentar contra o PL118 que discordo. É legitimo um cidadão não estar de acordo com um Projecto de Lei, certo? 

Não pode, no entanto, deixar de ser realçado o carácter excepcionalmente violento e frequentemente difamatório da linguagem utilizada por aqueles que nos atacam, o que é revelador não só da dimensão dos interesses que se movimentam nos bastidores desta campanha, mas também de profunda má-fé ou ignorância de quantos, defendendo o princípio da gratuitidade, imaginam que o espaço digital é uma espécie de território sem lei no qual se podem servir de tudo sem nada pagarem pelo uso das obras que querem fruir. Tentem fazer o mesmo num hipermercado ou numa farmácia e verão que sorte lhes está reservada.

fonte: http://www.spautores.pt/comunicacao/noticias/aumentam-as-adesoes-de-autores-ao-abaixo-assinado-da-copia-privada

  • Mais uma vez, que interesses?
  • Má-fé ou ignorância por não aceitar o PL118 e os argumentos sofismáveis da SPA?
  • Quem defende o principio da gratuitidade? Defendo o principio que até prova em contrario todo o Português é inocente e como tal não deve pagar a taxa!
  • O espaço digital é um território sem lei no qual se pode servir de tudo sem nada pagar por obras protegidas pelos Direitos de Autor? Não será isto demagogia da SPA? Fica a questão!

Por isso é tão importante a inclusão dos vossos nomes neste abaixo-assinado, instrumento de luta por uma causa justa que irá chegar às instâncias próprias como forma de acentuar que não pode haver hesitação ou retrocesso quando o essencial está em causa. Já somos duzentos autores, mas podemos e devemos ser muitos mais.

fonte: http://www.spautores.pt/comunicacao/noticias/aumentam-as-adesoes-de-autores-ao-abaixo-assinado-da-copia-privada

Pois para aproximadamente 25000 autores ainda faltam alguns… 

Mais uma vez deixo expresso que não represento nenhum grupo de interesses ou organização. Sou um cidadão num país onde a liberdade de expressão foi conquistada em 25 de Abril de 1974.

Deixo um post meu sobre a possibilidade de cada Português se possa informar acerca do PL118 e se estiver contra assinar a petição on-line: http://brunotavares.tumblr.com/post/16782483099/peticao-contra-o-actual-projecto-de-lei-118-xii-pl118

Estou contra o PL118!!!

Petição contra o actual Projecto de Lei 118/XII #pl118

Se não concorda com o Projecto de Lei 118/XII (PL118), leia a petição Petição Impedir a Taxação da Sociedade da Informação e se concordar assine por favor. 

Outrora, já existiu uma petição, todavia, continha erros técnicos que não permitiam que fosse levada à Assembleia da Republica, pois faltava o número de identificação nacional.

Se pretender mais informação, a Maria João Nogueira agrega no seu blog (http://jonasnuts.com/425057.html), dentro das suas possibilidades, o que se vai escrevendo na blogoesfera sobre o PL118. Também pode ler o que a Sociedade Portuguesa de Autores tem a dizer sobre a sua posição. 

O mais importante, é antes de assinar se informe, tome uma posição em consciência. 

Sometimes, I miss it… 

Sometimes, I miss it… 

Tags: Porto Life eu

Excuses… Excuses… Excuses… We fail so much, depending how we deal with it we can grow up or enter on a negation spiral… 

People run away from the truth by saying out loud their excuse to others! This is just an artifact that is used… If other believe on what I’m saying, I believe it too… We are all full of crap and subterfuges! 

Parabéns mulheres e homens

Ser o homem de uma mulher é mais do que partilhar uma casa ou até mesmo uma vida. Isto podemos fazer com uma amiga! Para mim, ser o homem de uma mulher é ser o seu porto seguro, o seu farol e a sua vertigem. É ser o seu super-herói… Uma inspiração que advém do mais puro amor e da segurança inabalável que permite à minha mulher exceder-se… Ir além dela mesma; encontrar-se navegando pelos mares desta vida, sabendo que nunca estará sozinha; ser a onda que rebenta contra obtusas rochas, mas que se levanta novamente com a vontade não de rebentar mas de esmagar; é atingir todo o seu potencial em todas as suas dimensões.

A minha mulher é livre! Contudo, para mim, estar presente nos piores momentos é algo inalienável. À minha mulher, quero sempre ver a primeira lágrima, amparar a segunda e parar a terceira! Tento sempre, mas sempre, apanhar a bala por ela. Dói-me menos… Ela é livre, mas nunca está sozinha! Tem sempre um caminho a percorrer!

Procuro acompanhar a sua vida, conhecê-la até ao mais ínfimo pormenor para poder ajudá-la o melhor possível quando ela volta ao seu porto seguro. Estar atento, dar toda a atenção que ela precisa e partilhar a minha visão de vida. Se necessário, dar o primeiro passo; mostrar-lhe que este é um caminho que ela pode considerar; pegar-lhe ao colo, olhar para ela e passar-lhe a mão pelos cabelos para que ela sinta que, independentemente do caminho, eu estarei sempre cá, por ela.  

Fazer rir… Fazer sorrir… Subir o batimento cardíaco… Dar a volta à cabeça… Rasgar os horizontes… Demonstrar que o futuro existe… Ofuscar a vista… Faz parte do mal que a minha mulher tem de sofrer ao estar ao meu lado. Ela sabe que nem o tempo vai extinguir esta vertigem… Acaba por ser uma rotina viciante e sedutora! 

Ousar ter uma mulher é aceitar ter uma parte de nós que deambula por este mundo, confrontando-nos com desafios herculanos que temos de compreender e nos quais nos temos de alavancar. 

Corre sempre bem? Não! Mas sou feliz quando a minha mulher o é… Só sei amar assim… 

ACTA%3A%20The%20new%20threat%20to%20the%20net
A new global treaty could allow corporations to police what we do on the Internet. Last week we successfully pushed back the US censorship bills — if we act now, we can get the EU Parliament to bury this new threat — add your voice now!

Tags: ACTA pl118

Uni_form Portuguese music band #music #rock

Uni_form is a Portuguese alternative rock band from Lisbon that started on 2006. I’m follow them over the past 2 years and I can honestly say that they are getting better on each record. 

Hear and follow Uni_form is really worthy! Follow their work on:

This is my favorite song

It’s very nice to see that a Portuguese band has this kind of production…

Enjoy it :)))